Organização financeira para arquitetos

Organização financeira para arquitetos

Ser arquiteto não é fácil! Além de todo o conhecimento que se precisa ter para montar um projeto eficiente dentro da necessidade do cliente, o profissional ainda precisa saber lidar com seus parceiros de trabalho e claro, precisa saber gerenciar a parte financeira do seu escritório, ou pode ter grandes prejuízos e estresse decorrente disso.

 

A probabilidade de o mesmo cliente pedir um projeto diferente todo mês pode ser pequena, até porque os projetos levam algum tempo para serem concluídos de acordo com o seu tamanho, então, é primordial que o arquiteto tenha disponível uma visão bem clara das suas finanças para não acabar ficando no vermelho. Pensando nisso, separamos algumas dicas especiais de organização financeira para arquitetos. Vamos ver?

 

1 – Liste todos os gastos, fixos ou não, do seu escritório

Cada movimentação financeira precisa ser anotada: impostos, gastos com produto de limpeza, com transporte, com o cafezinho… não deixe nada de fora. Considere ter uma conta separada somente para os custos da empresa, e não misture com os seus gastos pessoais.

 

2 – Liste todas as entradas

Independente do tamanho do projeto: entrou algum valor, anote também. Caso vá receber o valor do projeto diluído nos meses, anote quanto entrará em cada mês.

 

3 – Crie o hábito de fazer o fechamento administrativo todo mês

Se você anotou tudo que saiu de dinheiro e tudo que entrou, você vai conseguir verificar seu saldo final: se gastou mais do que ganhou – saldo negativo. Se ganhou mais do que gastou – saldo positivo.

Se der negativo, verifique a possibilidade de eliminar gastos para conseguir ter alguma reserva financeira de emergência.

 

4 – Defina o seu pró-labore

O pró-labore é o salário do empreendedor. Na sua vida pessoal, é necessário considerar qual seria o seu salário. Só é possível fazer essa definição depois de deixar separada as contas da empresa das suas contas pessoais. Nesse cálculo, você descobre qual é o seu custo de vida e o mínimo que você precisa receber todos os meses para cobrir suas despesas pessoais. Este deverá ser o seu pró-labore. 

O pró-labore é a partir de um salário-mínimo vigente (atualmente R$1.100 para 2021). Com base nesse valor e chegando até aproximadamente R$2.100 por mês, é necessário pagar a guia de GPS (11%) e acima desse valor, além da GPS, também é necessário pagar o imposto DARF.

 

5 – Descubra o valor mínimo que você precisa faturar todos os meses

Sabe aqueles gastos que você anotou? Veja quais são fixos mensalmente e some todos.

Tem algum mês em que o valor que você terá de contas é maior?

Por exemplo: o contrato do software que você usa é anual, e você paga uma única parcela de R$ 4.200,00 sempre no mês de Dezembro. Dilua esse valor como se fosse parcelado, e vai fazendo uma reserva mensal para isso. No exemplo que demos, você poderia separar R$ 350,00 todo mês, assim quando chegasse a hora de pagar o software, você já teria o valor reservado.

 

6 – Estabeleça metas

Se hoje você costuma vender X projetos em média por mês, se desafie a conseguir mais um e não só isso, estabeleça metas financeiras de reservas e de investimentos.

Quanto você quer ter em caixa daqui um ano?

Quanto você precisa para comprar um computador melhor para fazer seus projetos?

Quando temos metas, temos mais foco porque sabemos para onde ir.

 

E por último, lembre-se sempre de contratar um contador de confiança, que vai te ajudar a monitorar tudo isso com maior facilidade.

Nós da UP Contador temos um sistema de fácil entendimento: no dashboard o cliente já consegue ter um resumo de suas entradas e saídas e além disso, nossos clientes recebem notificações de suas guias de impostos para manter os pagamentos em dia.

https://www.youtube.com/watch?v=rcjbFHlYkIM

Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!

 

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